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Introdução

A cartilagem é um tecido conjuntivo denso, constituído por células derivadas de uma célula mãe denominada “Fibroblasto”. Por sua vez, os fibroblastos irão formar as células mais importantes e praticamente únicas do tecido articular denominado de “Condrócito”, também produtoras de cartilagem.

A função básica dos condrócitos é fabricar todas as substâncias necessárias para o perfeito funcionamento da cartilagem. Dentre estes componentes o “colágeno” é um dos mais importantes, o qual é responsável pela resistência mecânica da cartilagem, formando uma malha de sustentação, retendo as demais substâncias existentes dentro da cartilagem. O colágeno mais abundante é denominado “Tipo II” e que se apresenta de formas distintas.

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1. Formando arcos de sustentação, que funcionam como molas, diminuindo os efeitos traumáticos diretamente sobre a articulação e absorvendo impacto.
2. Funciona como um sistema hidráulico, sendo ajudado por substâncias denominadas de “Mucopolissacarídeos”, dentre elas o Sulfato de Glicosamina e o acido hialuronico. São eles que agregam as moléculas de água, dando a este tecido a função de uma esponja, e diminuindo com isto o stress mecânico.

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Como a cartilagem articular é um tecido vivo e dinâmico, é necessário que exista um mecanismo eficiente de neoformação celular, o qual depende da capacidade do condrócito de cumprir a sua função de produzir células cartilaginosas.

Quando este tecido, a cartilagem articular, é submetido a um grande trauma, como ocorre com frequência nos esportes de alto impacto, através de  micro traumas de repetição, apresentando uma grande quebra das fibras colágenas, desencadeia-se um processo inflamatório local, com a produção de substancias chamadas de “Enzimas proteolíticas”, ou enzimas que destroem a cartilagem, e em consequência,   a degradação da cartilagem articular.

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Neste processo de aumento da destruição, o condrócito não tem capacidade de regenerar aquele tecido excedente destruído, fazendo com que o dano articular persista.

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